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Durante muito tempo, as políticas para os transportes adotadas na cidade de São Paulo serviram para incentivar o uso dos automóveis. Abertura de novas vias, ampliação e alargamento das já existentes, construção de pontes e viadutos. Ou seja: o oposto do que fizeram as cidades que melhor resolveram a questão da mobilidade no mundo moderno, e que optaram por privilegiar os pedestres, as bicicletas e o transporte público integrado.

Dentro deste quadro, uma das mais importantes realizações de Jilmar Tatto, como secretário de Transportes nos quatro anos em que Haddad esteve à frente da Prefeitura de São Paulo, foi a implantação de 430 km de faixas exclusivas para ônibus. A medida beneficiou os menos favorecidos, os que moram mais longe, os que devem ter prioridade na hora de se decidir as políticas públicas a ser executadas.

Há um dado estatístico que nos permite compreender o que uma política voltada para o coletivo é capaz de fazer: devido à redução no tempo dos trajetos, proporcionada pelas faixas exclusivas para ônibus, as trabalhadoras e os trabalhadores que vivem na cidade de São Paulo ganharam, em média, 4 horas livres a mais por semana. Palavras de Jilmar Tatto: “Como não precisa mais madrugar para pegar o ônibus, a pessoa pode dormir até mais tarde. Ela chega mais cedo em casa, fica mais tempo com seus filhos, com sua companheira, com seu companheiro. Pode fazer uma caminhada, dar um passeio, ir ao cinema, pode curtir a vida melhor.” Resumindo: faixas exclusivas para ônibus significam economia de tempo e ganho de qualidade de vida.

No entanto, não foi fácil. Jilmar Tatto precisou, segundo suas próprias palavras, “de muita coragem para fazer isso. Não é simples convencer uma cidade, habituada à cultura individualista do carro, a pensar no bem comum.” Mas deu certo: as faixas exclusivas para ônibus receberam ampla aprovação, tanto daqueles que utilizam o sistema integrado quanto dos proprietários de automóveis.

Além da coragem, Jilmar Tatto faz questão de destacar outro ponto fundamental para o sucesso da ideia: “Eu recebi apoio total do Haddad. Eu e ele tínhamos certeza de que fazíamos políticas públicas como elas devem ser: para todos. Nós pensávamos a cidade para as pessoas, não para a máquina. Tem a ver com democracia, com o uso adequado e justo do espaço urbano.”

No projeto de reconstrução do país, cujo ponto de partida é a eleição de Haddad para presidente, é essencial ter no parlamento o maior número possível de pessoas comprometidas com a retomada e o pensamento no coletivo. Jilmar encerra: “Eu quero ser uma dessas pessoas. Eu quero ajudar o Haddad a governar o Brasil, ele na presidência e eu no Senado.”

ARRISCAR PRA QUÊ? VOTE NOS 2 SENADORES DO PT. SUPLICY 131, JILMAR TATTO 132.