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1. São homens do partido. Sempre vestiram a camisa do PT.

No começo de 1980, após a reforma partidária promovida por Ernesto Geisel, Suplicy e mais 5 deputados estaduais atuaram decisivamente, junto com as lideranças sindicais da região do ABC, na formação do Partido dos Trabalhadores. Jilmar Tatto, que chegara à cidade de São Paulo em 1978 vindo do interior do Paraná, ajudou a consolidar o PT, fundando o núcleo do Jardim das Imbuias, na zona sul paulistana. Suplicy e Jilmar Tatto sempre foram homens do partido. Ocuparam diversos cargos eletivos. Fizeram um belo trabalho, como secretários de Haddad, na Prefeitura de São Paulo. Agora, os dois precisam ir, juntos, para o Senado, a fim de continuar suas lutas de quase 40 anos por um país melhor e mais justo.

 

2. Acreditar em quem aposta no crescimento para resolver os problemas do país.

Nesse momento, 13,1 milhões de brasileiras e brasileiros estão sem emprego. Esse é um dos mais trágicos legados do golpe. Milhões de famílias com dificuldades para pagar a casa em que moram, para botar comida na mesa, filhos que precisaram interromper os estudos. Um completo retrocesso. No Senado, Suplicy e Jilmar Tatto trabalharão, juntos, pela retomada do desenvolvimento, por mais rapidez na implantação da Renda Básica de Cidadania, pelos interesses dos trabalhadores e dos menos favorecidos, pelo apoio à agricultura familiar, pelo incentivo às cooperativas, por transparência no poder público, pelos direitos humanos e pelo respeito à diversidade.

 

3. Revogação da reforma trabalhista e da terceirização.

É estarrecedor: hoje, no Brasil, há milhares de pessoas ganhando menos, para ocupar o mesmo cargo e exercer a mesma função, na mesma empresa em que já trabalhavam. O nome disso é terceirização. Uma verdadeira armadilha social presente na reforma trabalhista que o governo golpista encaminhou, o Congresso aprovou e o STF liberou de forma irrestrita. Já são inúmeros os exemplos de quem teve seu salário reduzido, sob pena de perder a vaga para um terceirizado “mais barato”. No Senado, Suplicy e Jilmar Tatto vão batalhar, juntos, para revogar essa infame reforma que retirou direitos fundamentais e históricos das trabalhadoras e dos trabalhadores.

 

4. A defesa de aumentos do salário mínimo acima da inflação.

Durante muito tempo, prevaleceu em nosso país a ideia de que aumentos reais do salário mínimo impulsionavam a inflação e faziam mal às contas públicas. Mudando radicalmente essa história, no governo Lula o salário mínimo cresceu 72,75% acima da inflação, o que fez a roda da economia girar, gerando empregos, aquecendo o mercado interno, distribuindo renda e melhorando a vida da população. Foi no governo Lula que o salário mínimo atingiu o nível mais alto de poder de compra desde que foi criado, na década de 30. Da mesma forma que Haddad, Suplicy e Jilmar Tatto acreditam que o Brasil só sairá dessa crise fazendo o dinheiro voltar a circular nas mãos do povo. E aumentos reais de salário mínimo são indispensáveis.

 

5. O desejo de ver cada vez mais filhas e filhos das classes trabalhadoras nas universidades.

Implementado em 2005, quando Fernando Haddad era ministro da Educação do governo Lula, o ProUni revolucionou o ensino no Brasil. 1,8 milhão de jovens, que sem o programa certamente teriam interrompido seus estudos, graças a ele conseguiram entrar na faculdade e se formar. 1,8 milhão de vidas modificadas, de sonhos realimentados, de um futuro melhor. Conscientes da importância dos investimentos no setor, para o país reduzir desigualdades e se desenvolver, Suplicy e Jilmar Tatto estarão juntos no Senado para eliminar as restrições impostas pela PEC do Teto dos Gastos, que estrangula a educação. E para que cada vez mais filhas e filhos das classes trabalhadoras consigam realizar seus sonhos do curso superior completo.

 

6. A necessidade de um novo pacto federativo, para evitar a quebradeira dos municípios.

De cada R$ 100,00 arrecadados no Brasil, pouco mais de R$ 10,00 permanecem no município de origem. Não é justo. A riqueza não fica onde é produzida, o que inibe o desenvolvimento e mantém os municípios dependentes da União. Nesta campanha, percorrendo todas as regiões do estado, Suplicy e Jilmar Tatto puderam constatar a importância de se dividir melhor o bolo e acabar com a guerra fiscal que a todos prejudica. Ao contrário da omissão do PSDB, cujos governos em São Paulo fizeram questão de ignorar esse debate fundamental, Suplicy e Jilmar Tatto dedicarão, no Senado, toda atenção aos trabalhos da Comissão Especial do Pacto Federativo.

 

7. Lutar para que o pré-sal seja explorado por quem teve a competência de descobrir.

Curioso: para descobrir as reservas do pré-sal – o que ocorreu no governo Lula –, a Petrobras serviu. No entanto, na hora de explorar e recuperar tudo o que se investiu em tempo e pesquisa, os golpistas entregaram o pré-sal de mão beijada a empresas internacionais. Para os governos petistas, manter os recursos do pré-sal sob controle da União sempre foi uma decisão estratégica, a fim de permitir os necessários aportes para educação, ciência, saúde e inovação tecnológica. Bem diferente de como agem Temer e seus parceiros, em sua cruzada para transformar o Brasil numa xepa. No Senado, Suplicy e Jilmar Tatto vão brigar, juntos, para reverter decisões como essa e impedir outros absurdos semelhantes.

 

8. Barrar a venda da Embraer para a Boeing.

No início da década de 50, o Brasil entendeu que não poderia ser dependente de outros países numa área tão estratégica como a defesa nacional. Mas a venda de 80% do controle acionário da Embraer para a Boeing, patrocinada pelos neoliberais, põe em risco quase 70 anos de certezas. Mesmo com a Embraer tendo ações na bolsa, o Brasil sempre manteve o controle das decisões na empresa, graças aos representantes indicados pelo governo para o Conselho de Administração e à escolha de executivos comprometidos com a ideia de soberania. Portanto, é isso o que está em jogo. Além, claro, da manutenção dos muitos milhares de empregos. No Senado, Suplicy e Jilmar Tatto vão lutar, juntos, pelos interesses do país e de quem trabalha na fábrica de São José dos Campos ou em torno dela.

 

9. Uma empresa que exerce função social tão importante, como a Eletrobras, não pode ser vendida.

O PT considera estratégico o setor de geração e distribuição de energia. Por isso, quando governou, fez questão de mantê-lo sob controle do estado. Uma das provas de que o partido estava certo é o sucesso do “Luz para Todos”. Criado pelo governo Lula em 2003, para levar luz subsidiada a áreas remotas do país, o programa já beneficiou 15,9 milhões de pessoas. Executado pelas empresas concessionárias em parceria com os governos estaduais, o “Luz para Todos” jamais existiria se não fosse a iniciativa da União. Para Suplicy e Jilmar Tatto, a Eletrobras exerce uma importante função social e não pode ser vendida. Sob o risco de se perder, entre outras coisas, a capacidade de regulação do preço da energia elétrica no país.

 

10. Impedir que a base de Alcântara seja cedida aos americanos.

Por sua localização, a Central de Lançamento de Alcântara é ideal para as operações dos EUA na África e na América do Sul, além de estratégica em sua política de confronto com a China e a Rússia. Isso explica por que ela virou sonho de consumo dos americanos, agora incentivados pelo fato de o governo golpista estar se lixando para questões de soberania. (Um dos artigos da proposta é bem claro: “Pessoas autorizadas pelo governo dos EUA controlarão o acesso às instalações”. Lembrando: não se trata de uma embaixada, e sim de uma base militar.) No Senado, Suplicy e Jilmar Tatto vão se empenhar para que Alcântara não seja cedida aos interesses da política externa americana.

 

11. A soberania nacional é inegociável.

Entrega do pré-sal, que é hoje a fronteira petrolífera mais atraente do setor energético mundial. Tratativas para a cessão da Central de Lançamento de Alcântara ao governo dos EUA. Venda da Embraer, uma das mais importantes empresas brasileiras de alta tecnologia, e da Eletrobras, que sempre foi vista como estratégica para uma eficiente e justa política de energia elétrica no país. Eis aí quatro bons exemplos de decisões que ignoram o conceito de soberania nacional, algo que decididamente não combina com Haddad, com Lula, com Suplicy e com Jilmar Tatto. Para eles, um país que se pretende soberano tem a obrigação de preservar sua história, sua identidade, sua cultura e suas riquezas.

 

12. Lutar por um país justo e tolerante, onde caiba todo mundo.

Em um dos vídeos da atual campanha presidencial, Lula afirma: “Nós fizemos um país em que cabia todo mundo. Eles deram um golpe pra fazer um país em que só eles cabem. Nesse governo ilegítimo, o trabalhador não cabe na folha de pagamento e o aposentado não cabe nas contas da Previdência. Eles acham que o povo é o problema, eu continuo afirmando que o povo é a solução.” Direto e verdadeiro, como sempre, Lula mais uma vez acertou em cheio. O Brasil de Haddad, de Lula e do PT é um país em que a classe trabalhadora tem emprego com carteira assinada, salário digno, dinheiro no bolso, comida na mesa e filhos nas universidades. Suplicy e Jilmar Tatto sempre batalharam por isso. E agora vão continuar batalhando, juntos, no Senado.

 

13. Suplicy e Jilmar Tatto vão ajudar Haddad a fazer o Brasil feliz de novo.

Suplicy e Jilmar Tatto foram secretários de Haddad na Prefeitura de São Paulo. Com Suplicy na secretaria de Direitos Humanos e Cidadania, Haddad pôde incrementar suas ideias de políticas públicas voltadas para a comunidade LGBT. Com Jilmar Tatto à frente da secretaria de Transportes, Haddad transformou a cidade de São Paulo em referência internacional em mobilidade urbana. Agora, Haddad representa a retomada de um projeto nacional interrompido pelo golpe contra Dilma e aprofundado com a prisão política de Lula. Eleger Haddad significa começar a reconstruir o país. Eleger Suplicy e Jilmar Tatto significa levar ao Senado pessoas comprometidas com direitos humanos, luta pela cidadania, distribuição de renda mais justa e redução das desigualdades.

ARRISCAR PRA QUÊ? VOTE NOS 2 SENADORES DO PT. SUPLICY 131, JILMAR TATTO 132.