Escolhido candidato do PT à Prefeitura de São Paulo neste sábado (16), por margem apertada de 312 a 297 votos contra o deputado federal e ex-ministro Alexandre Padilha, Jilmar Tatto critica a atuação do prefeito Bruno Covas (PSDB) na pandemia do coronavírus e defende propostas como tarifa zero para o transporte.

Ex-deputado federal e ex-secretário de Transportes nas gestões petistas de Fernando Haddad e Marta Suplicy na prefeitura, Tatto foi definido em votação restrita num colégio de dirigentes partidários onde tem maioria de apoiadores —o que gerou protestos dos adversários na prévia.

As palavras de ordem do agora pré-candidato são “diálogo” com partidos de esquerda para alinhar programas e fazer oposição ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e “rede de proteção” da população vulnerável na pandemia. Tatto afirma que vai implementar a renda básica em São Paulo e que a recuperação da economia depende de um Estado forte. “Não podemos ter o Estado mínimo mais. Esse debate está vencido”, afirma em entrevista à Folha.

Para Tatto, Covas é um preposto do ex-prefeito e atual governador João Doria (PSDB) —e a dupla representa o Estado mínimo. O petista defende ainda a saída de Bolsonaro. “O prefeito não está à altura do cargo. O momento exige líderes, e isso não acontece no governo federal, não acontece no governo estadual e não está acontecendo na cidade de São Paulo”, completa.

Tatto diz considerar o ex-presidente Lula (PT) como um pai e defende o partido, que vem de sucessivas derrotas nas urnas. “A população começa a perceber que, na hora do aperto, é com o PT que pode contar”, afirma.

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Por Folha de S. Paulo

CAMPANHA PREFEITO: JILMAR TATTO E VICE: ZARATTINI - PT
CNPJ: 38.639.000/0001-09

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