Filiado ao PT desde 1981, foi eleito presidente do diretório municipal paulistano, em 1995. Eleito deputado estadual em 1998, ocupou a secretaria de Mobilidade e Transportes nas gestões de Marta Suplicy e Fernando Haddad. Nesse período Jilmar Tatto colocou em funcionamento o novo sistema de transporte na capital paulista, quando implantou inovações como o Bilhete Único e a primeira licitação pública para empresas de ônibus operarem o sistema. Eleito deputado federal pelo PT em 2006, ajudou a encaminhar e aprovar diversas iniciativas do governo Luiz Inácio Lula da Silva no Congresso. Reeleito em 2010, com mais de 250 mil votos, foi líder da bancada do PT.

Durante o governo Haddad, implantou 200 quilômetros de faixas exclusivas para ônibus, 400 quilômetros de ciclovias e foi responsável por modernizar os sistemas de monitoramento de vias, além do Bilhete Único Mensal. Tatto coordenou uma série de mudanças na cidade de São Paulo que até hoje reverberam na qualidade de vida do paulistano.

HISTÓRIA

Sua infância se deu basicamente numa realidade social precária e cresceu na periferia paulistana.

Jilmar Tatto é o nono de uma família de dez filhos. Seu pai, Jácomo Tatto, agricultor, veio do Paraná para São Paulo, em 1978, onde trabalhou como pedreiro e empacotador de livros. Sua mãe, Inês Fontana Tatto, também agricultora, era quem cuidava do lar e levava Jilmar e seus irmãos para a igreja aos domingos. Casado, há 25 anos, Jilmar tem 2  filhos.

Sua infância se deu basicamente numa realidade social precária e cresceu na periferia paulistana. Em São Paulo, a partir de em 1978 Jilmar iniciou sua participação em encontros de grupos de jovens nas Comunidades Eclesiais de Base da Igreja Católica, principalmente na periferia da Capital.

Se tornou um dos coordenadores da Pastoral da Juventude na Região de Santo Amaro, atualmente Diocese, e, ao mesmo tempo, tomou contato com a realidade socioeconômica e se engajou em diversos movimentos por melhores condições de vida para a população.

Jilmar Tatto participou ativamente dos movimentos contra a carestia, por moradia, por transporte e educação de qualidade e atendimento melhor na saúde.

Ajudou a organizar movimentos de solidariedade ao povo do Araguaia e a Dom Pedro Casaldáliga, bispo daquela Prelazia; aos agricultores sem-terra de Ronda Alta – RS e colaborou na formação de comitês de apoio aos trabalhadores em greve no ABC Paulista e do Comitê Santo Dias da Silva (operário assassinado em 1979).

Tudo isso fez despertar a curiosidade no campo da política que vinha passando por forte processo de mudanças, que levou ao fim da ditadura, em 1985. No começo dos anos 1980 ajudou na formação e consolidação do Partido dos Trabalhadores, recém-fundado. Com seu trabalho de base fundou o núcleo de Jardim das Imbuias – Capela do Socorro – São Paulo.

Em meados dos anos 80, tornou-se membro da Direção do PT da Capela do Socorro, depois presidente do PT na Capital paulista, membro da direção executiva nacional do Partido e, atualmente, é secretário Nacional de Comunicação do PT.

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