O atual governo é ruim para todo mundo, mas em especial para as mulheres. Enquanto as pessoas têm dificuldade para comprar comida, o presidente finge que o problema não é com ele

Com a chegada do Dia das Mães (dia 8 de maio), é impossível não olhar para no que o Brasil está se transformando e não pensar no grupo de pessoas que mais é afetado pela política desastrosa de Jair Bolsonaro: as mulheres. Em especial as mães, que não conseguem enxergar um bom futuro para suas filhas e filhos.

Em 2018, Bolsonaro foi eleito prometendo “mudar tudo que está aí”, porém não falou como iria fazer. Passados quase 4 anos, o que vemos é que o desemprego, inflação alta e diminuição da renda das famílias têm dificultado a vida das pessoas. E as mulheres são as que mais sofrem.

Desemprego e endividamento familiar altos

Um exemplo é: enquanto o desemprego foi de 12,6% em 2021, o desemprego feminino estave em torno de 13,9%. No mesmo período a taxa masculina estava em 9% (IBGE).

Ajuda a tornar o cenário mais preocupante, quando vemos que quase 80% das famílias estão endividadas, de acordo com levantamento do Banco Central.

Mulheres são mais prejudicadas

Na região Metropolitana de São Paulo, 39% das família são comandadas por mulheres, muitas delas mães se encontram enroladas com o cartão de crédito e cheque especial, modalidades que têm os juros mais altos do mercado. Estão endividadas e com dificuldade de pagar contas de consumo e a cesta básica mais cara do país, R$ 713,86 (63,6% em relação ao salário mínimo).

Nos últimos dias temos visto o presidente fugir dessas questões que atormentam a realidade das famílias brasileiras, pois ele não tem proposta alguma para resolvê-las. E as mulheres sabem que ele não tem nada a oferecer, tanto que é baixa a intenção de voto em Bolsonaro neste seguimento.

Programas como Minha Casa, Minha Vida e Bolsa Família, que traziam segurança para as mulheres foram deturpados, precisam ser restabelecidos. Trazer de volta as políticas que significam esperança para o povo, em especial para as mães que zelam pelo futuro de suas famílias. Trazer de volta também pessoas que saibam como é a realidade na ponta, onde as panelas estão vazias.


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