“Bolsa Família é fundamental para redução da desigualdade e insegurança alimentar”, diz Jilmar Tatto.

O maior programa de transferência de renda do mundo está de volta. O Senado aprovou, nesta quinta-feira (1º), a medida provisória que retoma o Bolsa Família. O valor mínimo de R$ 600 por família com adicional de R$ 150 por criança de zero a seis anos foi mantido.

A MP 1164/23 foi aprovada anteriormente na Câmara dos Deputados em regime de urgência e assim seguiu para o Senado, agora segue para sanção.  O novo Bolsa Família vai destinar R$ 71,4 bilhões e vai atender quase 21 milhões de lares.

Uma das novidades nesse novo texto é a inclusão de lactantes (mães que estão amamentando), a permissão para que os beneficiários do BPC possam fazer uso do empréstimo consignado e a inclusão do Auxílio-Gás. Com isso, o valor médio por família no programa deve chegar em R$ 714.

Para o deputado Jilmar Tatto (PT), o Bolsa Família tem esse papel fundamental que é a redução da desigualdade e para melhorar a questão da insegurança alimentar entre os mais pobres.

O programa Bolsa Família vai atender mais de 2,55 milhões de famílias paulistas. O valor do investimento para o estado de São Paulo é o maior do país, na ordem de R$ 1,7 bilhão. “O Programa é o maior investimento federal na história. Ele agora retorna ampliado, possibilitando uma melhor qualidade de vida e, especialmente, garante a escolarização das nossas crianças”, afirma o petista.

Diferentemente do Auxílio Brasil, que atendia somente famílias com renda per capita de até R$210, o Bolsa Família abre o direito a quem seja igual ou inferior a R$218, ou que estejam inscritas no CadÚnico.

Minha Casa, Minha Vida

O Senado também aprovou por unanimidade a MP 1162/23, que traz de volta o maior programa habitacional do nosso país: o Minha Casa, Minha Vida. A proposta é atender famílias com renda mensal de até R$ 8 mil, na zona urbana, e anual de até R$ 96 mil, na zona rural.

A meta do governo é possibilitar a oferta de 2 milhões de habitações até 2026, tendo em vista que há uma dívida social com mais de 5, 8 milhões de famílias que esperam ter a casa própria.

“São duas vitórias importantes no Senado para o povo brasileiro, principalmente os de baixa renda. O Brasil retornou ao mapa da fome e este é um governo que se preocupa com as pessoas. Não podemos aceitar isso. A casa própria vai deixar de ser também só um sonho”, diz Tatto.


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