Originário no primeiro mandato do presidente Lula em 2007, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) retornou este ano com novas obras, trazendo R$ 23 bilhões em investimentos. Só para a cidade de São Paulo foram selecionados 536 empreendimentos, que vão melhorar serviços de saúde, educação, esporte e cultura. Os benefícios alcançarão mais de 37,3 milhões de paulistas, 84% da população do estado, de acordo com anúncio feito no último dia 07.

Os investimentos que chegam a um total de 6.778 empreendimentos nos 26 estados e no Distrito Federal, irão alcançar 59% dos municípios brasileiros. De acordo com Jilmar Tatto, o Novo PAC vai reduzir a desigualdade social, gerar emprego e, consequentemente, o promover o crescimento econômico regional e nacional. “Boa parte dessas cidades sofrem com a falta de importantes equipamentos, por isso, nosso mandato também indicou investimentos para essas obras, além de emendas que proporcionarão complementar o Programa”, conta o petista.

O mandato do deputado destinou emendas para cidades como Valinhos (R$200 mil) e Hortolândia (R$1 milhão) para o Fundo Municipal de Saúde;  Engenheiro Coelho (R$350 mil), Monte Mor (R$300 mil), Nova Odessa (R$200 mil), como transferência especial; Campinas (R$300 mil) e Sumaré (300 mil), destinados para Fundo Municipal de Assistência Social, entre outros.

No total, o PAC atende cinco eixos e 27 modalidades. A previsão nas duas fases do Programa é de R$ 1,7 trilhão em investimentos públicos e privados.

Institutos Federais

Para completar os anúncios do PAC, o presidente Lula anunciou hoje, terça-feira (12), mais 100 Institutos Federais para o país, que vão garantir mais de 140 mil vagas para jovens e adultos, sendo 12 IFs no estado de São Paulo.

Por meio do Programa, serão investidos R$ 3,9 bilhões em obras. Desse total, R$ 2,5 bilhões são para criar novos campi e R$ 1,4 bilhão para consolidar unidades já existentes, com a construção de refeitórios, ginásios, bibliotecas, salas de aula e aquisição de equipamentos.

Para Jilmar, é mais uma prova de que os governos do PT priorizam e são marcados por fortes investimentos em educação de qualidade. “O objetivo é o Brasil ter mil Institutos. Mais um passo muito importante para a juventude na formação de profissionais capacitados, gerando um crescimento também para as cidades”, afirma o deputado paulista.

No final de 2008, o então presidente Lula sancionou a Lei nº 11.892, que criou 38 Institutos Federais. Até 2002, o Brasil tinha 140 escolas técnicas. Nos governos Lula e Dilma, houve a maior expansão da história com 422 campi entre 2005 e 2016. Nesse período, também foram entregues ou incorporadas à rede outras 92 unidades. Atualmente, há 682 unidades, com os novos 100 campi, a Rede Federal passa a contar com 782 unidades, sendo 702 campi de IFs.


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