O deputado federal Jilmar Tatto (PT-SP) participou de reunião na Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação (Setec/MEC) para tratar da implantação de um campus do Instituto Federal em Mococa, no interior de São Paulo.

O encontro contou com a participação de Charles Okama de Souza, diretor de Desenvolvimento da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica da Setec/MEC; de Sérgio Pedini, diretor de Articulação e Fortalecimento da Educação Profissional e Tecnológica; do prefeito de Mococa, Eduardo Ribeiro Barison (PSD); e de representante da reitoria do Instituto Federal.

Mococa quer receber unidade do IF

Durante a reunião, foi apresentado o pedido para instalação de um campus do Instituto Federal em Mococa. A prefeitura informou que dispõe de um prédio para ser disponibilizado à implantação da unidade.

A proposta leva em conta o papel regional de Mococa, considerada um polo importante no interior paulista. A cidade tem forte presença nos setores agropecuário, industrial, de serviços e empreendedorismo local, o que amplia a demanda por formação técnica e mão de obra qualificada.

“O presidente Lula tem uma grande preocupação com o desenvolvimento social e a educação é a base desse desenvolvimento”, afirmou o prefeito Eduardo Barison.

Expansão da Rede Federal

Segundo Charles Okama de Souza, o governo Lula tem ampliado a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica em todo o país, com a previsão de chegar a cerca de 800 unidades. Em São Paulo, o Novo PAC prevê 12 novos campi de Institutos Federais.

Para Tatto, a chegada de uma unidade a Mococa pode fortalecer o desenvolvimento regional e abrir novas oportunidades para jovens e trabalhadores da cidade e da região.

Participação social

Jilmar Tatto também ressaltou a importância da escuta da população no processo de implantação da unidade.

“Um item essencial para a implantação do IF é a realização de três audiências públicas para definir o perfil da unidade a ser instalada, em especial a grade de cursos”, afirmou.

Segundo o deputado, a definição dos cursos deve considerar as vocações econômicas da cidade, as necessidades do setor produtivo e as demandas da população. A ideia é que o Instituto Federal contribua para ampliar o acesso à educação pública, gratuita e de qualidade, com formação voltada ao trabalho e ao desenvolvimento local.

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